quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Kapalabhati: Técnica de Respiração que Alivia Stress e Excesso de peso




Esta é a única técnica milenar do yoga que pode ser entendida tanto como técnica de respiração (pranayama), quanto de limpeza do corpo (kriya). 

Na tradução do sânscrito, Kapaala (o som do 2º "a" é longo) quer dizer crânio e Bhaati quer dizer brilhar. Portanto, estamos falando de uma técnica cujos efeitos são muito profundos, pois geram uma limpeza na mente. - Ótimo para quem está estressado, atrasado, ansioso, sob pressão, com muitos pensamentos ao mesmo tempo, perdido no meio dos papéis, tarefas e similares.

No texto antigo Gheranda Samhita , escrito no séc. XVII, no verso 55, há a definição "vatakrama, vyutkrama e sheetkrama são as três técnicas de Kapalabhati. Praticando estas técnicas, elimina-se fleuma e muco do corpo". - Portanto também é ótimo para quem tem ou está com problemas respiratórios, pulmonares, para quem está preguiçoso, se sentindo pesado, letárgico, vagaroso, sem ação, sem vontade, sem entusiasmo, pessimista, agarrado a problemas ou pensamentos. Além de também ser bom para perda de peso e de medidas na região abdominal.

Considerando as três técnicas mencionadas no verso, Vatakrama é a única técnica com a utilização do ar. As outras duas referem-se a técnicas com a utilização da água. No entanto, vatakrama envolve a respiração com as narinas alternadas, conforme indicado nos versos 56 e 57, "inicia-se a inspiração pela narina esquerda (chandra nadi, ou pingala) e expira pela direita, ou surya nadi (ida). Ambas executadas de forma rápida e sem retenção. Desta forma, se remove o dosha kapha".

No texto HathaYoga Pradipika, escrito provavelmente entre os sec. XIV, XV ou XVI, no cap. 2, verso 1, a definição é de que kapalabhati deve ser executada com a inspiração e a expiração rápida como um fole. Mas não segmenta a técnica, dando-nos a entender que a respiração deve ser feita com ambas narinas ao mesmo tempo e com a utilização do ar.   

Como sou de tradição e como sigo a crença de que o mais simples é o mais eficaz, praticaremos Kapalabhati seguindo HathaYoga Pradipika: com ambas as narinas ao mesmo tempo. É desta forma que você também vai encontrar na grande maioria dos estúdios de yoga pelo Brasil e mundo.


Modo de Fazer


Asana (postura corporal): Você deve sentar-se ou numa cadeira com as pernas paralelas e os pés no chão, ou sentado numa estrutura firme como o chão e pernas cruzadas. O que for mais conveniente. Para quem visa efeitos mais profundos, a execução deve ser feita na postura de lótus: sentado, pernas cruzadas com os pés apoiados sobre as coxas e as plantas dos pés olhando para cima (esta é uma postura avançada. Se não conseguir fazer, cruze as pernas da forma que lhe for confortável). Você deve se manter imóvel ao longo da execução de Kapalabhati. Por isso, privilegie o conforto na postura. Atenção à coluna sempre ereta. 

Mudraa (posição das mãos): deve-se manter o jnana mudra (ou chin mudra: ponta dos dedos indicador e polegar unidos. Os demais dedos relaxados) ou dhyani mudra (mãos apoiadas sobre as pernas em frente ao abdômen, uma sobre a outra, com as palmas viradas para cima e polegares levemente se tocando).
Foto 1: As mãos estão em jnana mudra

    Foto 2: As mãos estão em dhyani mudra


Bandhas (contração de musculatura para travar energia): moola bandha (contração do esfíncter) ao longo de toda a execução. 

Execução: iniciamos com 3 rodadas de 10 fogos.
De olhos fechados, coluna ereta, musculatura do rosto absolutamente relaxada, inspire suavemente pelo abdomen e contraia a musculatura do abdomen para expulsar o ar com vigor. Tenha atenção na musculatura do seu rosto, que tenderá a enrijecer neste momento. Não permita.
Cada expiração vigorosa representa 1 fogo. Repita esta expiração vigorosa por mais 9 vezes e relaxe no final.
É normal que você sinta um pouco de tontura. Mas logo passa. Assim que passar, faça mais duas rodadas com 10 fogos, relaxando no fim de cada uma. 

Contra-indicacao: É importante frisar que está técnica não é recomendada para gestantes, pessoas com pressão alta, cardíacos, com úlcera, febre, prisão de ventre e hérnia. Também é contra indicado que se execute está técnica com estômago cheio. Aguarde ao menos 3 horas da última refeição para praticar. Em altas temperaturas também não é indicado. Executar esta técnica mais do que uma vez ao dia é extremamente contra-indicado.

Informação Bônus: Esta é uma ótima técnica para se fazer antes de meditar. Por isso, aproveite o fim dela, mantenha-se de olhos fechados e usufrua da sensação que estará sentindo. Caso possua, acrescente à esta prática a sua técnica de meditação. 




quarta-feira, 22 de julho de 2015

Montando Utthita Hasta Padangustasana


Como montar:

Para montar este asana, ou postura, você deve partir de Tadasana (postura em pé). 

Eleve uma das pernas flexionando o joelho, agarre a parte externa do pé, encaixe quadril e coloque a coluna reta, perpendicular ao chão. 

Expirando pelas narinas, estique a perna lateralmente. 

Com a perna esticada, faça força com o seu pé para frente, empurrando a mão. Simultaneamente, faça força com a mão para trás, trazendo o pé junto. Ambas forças devem se anular. 

Este detalhe protege a musculatura que está sendo solicitada neste asana. 

Mantenha a cabeça olhando para a frente e compense o peso do corpo, levantando o outro braço, colocando ambos na mesma altura. 

Contribuição física: 

Este asana contribui para a flexibilidade na região pélvica e músculos posteriores da perna levantada. 

Fortalece os músculos laterais do tronco e músculos da coxa.  

Fortalece os músculos estabilizadores dos ombros. 

Contribuição mental:

Trabalha o equilíbrio, foco e concentração. 

Variações:

A mais famosa é a variação em que se agarra o hálux, ou dedão do pé com os dedos indicador e do meio. Esta variação dá o nome do asana.  Outro detalhe desta variação é a cabeça que gira para o lado oposto à perna levantada e a outra mão que fica na cintura. 

Como se desenvolver no asana:

Há acessórios que te auxiliam a evoluir neste asana. A escolha dentre eles é sua:

Chão: se você tem dificuldade com equilíbrio, você pode fazer na variação SUPTA PADANGUSTASANA, ou seja, deitado no chão. Execute da mesma forma, só que com o corpo deitado no chão. 

Faixa: se você não consegue agarrar o pé, mantendo a perna esticada e  a coluna reta e no prolongamento da perna-base, passe a faixa pela parte alta da sola do pé (logo abaixo dos dedos), agarre a faixa e traga o pé, fortalecendo a musculatura do braço. 

Parede: se sentindo mais firme pra executar o asana em pé, você pode recorrer à parede, apoiando as costas nela. Desta forma, você  trabalha a permanência enquanto conquista o equilíbrio. Procure lateralizar a perna de modo a tocar o pé na parede. Assim, você também estará trabalhando a abertura pélvica. 

Cadeira: o encosto de cadeira serve quando não temos a faixa ou não temos espaço para a variação deitada. 

Apóie o calcanhar em cima do encosto da cadeira. Se quiser, coloque uma almofada pra melhor conforto. 

A dica da cadeira funciona também com o tampo de mesa, ou qualquer estrutura firme mais alta ou mais baixa, de acordo com a sua flexibilidade. 

Importante: 

- Independente do acessório que escolher para se desenvolver no asana, a prioridade está na coluna reta, no prolongamento da perna-base. 

- Mantenha-se consciente em todo o momento da execução do asana para não puxar demais a perna e não lesiona-la. Respeite o seu corpo. No tempo dele, ele irá se abrindo para o asana. 

- A perna-base se mantém em Tadasana ao longo de toda a permanência. Mantenha-a com os músculos das coxas ativos. 

Dica pra evoluir como um Mestre:

Acione Moolah Banddha, do princípio ao fim. A ativação do esfíncter estabiliza o quadril, auxiliando no equilíbrio. 

A mente vazia é o segredo de todo e qualquer asana de equilíbrio. Mantenha-se atento a cada detalhe no seu corpo. Sem julgamento ou expectativa. Mente absolutamente vazia e consciente.  

Boa Prática!
Jai Gurudev!

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quinta-feira, 25 de junho de 2015

Sopa de Batata Baroa com Couve-flor e Ovos

                                      

Chegar em casa e não ter nada pra comer é um pulo pra abrir um saco de biscoito e mandar ver. 

Essa sopa levou pouco tempo pra ficar pronta e foi bem gostoso o processo, principalmente pq deixei o celular na bolsa e fiquei conversando com Mami ao longo do processo:

- 4 batatas baroa
- alguns talos de couve-flor
- noz moscada ralada a gosto
- sal a gosto
- 2 ovos
- água filtrada

Coloquei as batatas já cortadas em pequenos cubos na água ainda fria, numa quantidade suficiente pra cobrir as batatas.

A idéia é deixá-las desmanchar até virar um caldo de batata baroa. Mexer com a colher de pau ajuda a agilizar. 

Joguei os temperos também: sal e noz moscada ralada, em quantidade suficiente para deixar o sabor. 

Depois, adicionei um pouco mais de água pro caldo não ficar pipocando e sujando a cozinha inteira, além de adicionar os ovos, afastados um do outro, como se fosse pra fazer ovo pochê. 

Depois, acrescentei os talos de couve, deixando por menos de 5 minutos, pq gosto da couve mais durinha, estaladiça, além dela ser muito mais nutritiva crua. 

Pra servir, mirei a concha em um ovo pra não desmancha-los e completei o bowl com o resto da sopa. 

Duas porções de tamanho suficiente pra tomar às 23h, uma vez que depois dalí, estava indo direto pra cama e não gosto da sensação de estômago cheio na cama. 

Em termos práticos, além de quentinha, o que é bom para esquentar o corpo para um dia frio, foi uma alimentação cozida, facilitando a digestão, o que é positivo para esta hora da noite. Os ingredientes foram todos manuseados na hora da produção da receita, além do consumo ter sido imediatamente depois, o que gera uma otimização nutricional da refeição, já que nenhum ingrediente ficou exposto ao oxigênio por muito tempo (processo conhecido como oxidação do alimento). 

Detalhe importante: quando eu vou preparar algum alimento, principalmente aqueles que eu sei que não vou despejar a água depois, sempre uso água filtrada, ja que a água da torneira no Brasil é imprópria para o consumo. 

Valor nutricional:
- batata baroa cozida *1
     Rica em vitamina C, vitamina B3, manganês, vitamina B1, proteína, fibra, sódio, ferro, cálcio, magnésio
- couve-flor semi-cozida (atenção: a couve-flor crua é muito mais saudável) *1
     Rica em vitamina C, fibra, carboidrato,  proteína, sódio, gorduras saturadas, Tiamina B1, ferro, magnésio, zinco, fostoro, gorduras poliinsaturadas, potássio e lipídios. 
- noz moscada *2
     Efeitos medicinais: digestivo, antiinflamatório, diurético, emoliente, sedativo e tônico. 
- ovo *1
     Rico em fósforo, riboflavina B2, proteína e zinco. 

*1: de acordo com site www.tabelanutricional.com.br
*2: de acordo com site www.plantasquecuram.com.br

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Menos é Mais :: A pratica do desapego (Aparigraha)



Temos uma casa de fim-de-semana. Minha mãe, a grande realizada, que sempre sonhou em ter uma casa na serra, agora tem.

Dez anos depois, ela também tem uma empregada doméstica de acordo com as leis, um caseiro que acabou de pedir demissão para abrir o seu próprio negócio, uma casa sem gente durante 5 dos 7 dias da semana, IPTU, gas, luz, telefone, supermercado, manutenção, gente morando de comodato pra ocupar a casa à noite, 7 cães.

Pra justificar tantos gastos e empenho, ela agora TEM QUE subir todos os finais de semana: Pra dar trabalho pra senhora, pra ver o jardim, pra fazer as compras, pra contratar o empreiteiro pro cano que estourou, pra bomba que quebrou, pra iluminação do jardim que pifou. Tem que acionar o seguro pra concertar o telhado que a árvore que caiu, quebrou; pro raio que caiu e o pára-raio não funcionou; pro assalto, pq alguém entrou e a TV levou... ..... Vixe maria...

- "Aparigraha, mãe!"
Foi o que eu disse pra ela quando veio me pedir ajuda.

No yoga, um dos Yamas (formas de conduta do yogui com o mundo) se chama APARIGRAHA.

No bom e velho português, DESAPEGO.

A interpretação deste termo varia entre as escolas de yoga e seus respectivos gurus. No entanto, para podermos aplicar de forma prática na nossa vida, Aparigraha é a pratica do desapego do que temos em excesso. Outra forma de explicar é a pratica de não praticar o sentimento de posse.

A nossa felicidade não deve ser atribuída a TER algo, porque este algo não detem a capacidade de nos fazer felizes. Nem o marido ou a esposa perfeitos são capazes de tal feito.

A pratica de Aparigraha nos sugere todo um questionamento interno sobre o que de fato PRECISAMOS.

E o resultado tende a ser muito interessante e LIBERTADOR.

Fica como sugestão, se questionar sobre:
- a quantidade de roupa e afins,
- utensílios de cozinha e decoração,
- novo modelo disso e daquilo.

Como prática, traga consciência para todos os momentos de compra/aquisição. Todos os momentos em que você pratica o sentimento de POSSE.

 Porque realmente, em muitas vezes, MENOS realmente quer dizer MAIS.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

História da Alimentação

Até 4000 a.C., eramos hominídeos, ainda apoiados sobre os 4 membros e basicamente herbívoros. Isto se dava pelo nosso curto campo de visão, olhando sempre de baixo para cima, onde os olhos não alcançavam grandes caças, exceto quando ocasionalmente se tratava de roedores, insetos e moluscos.


Com a passagem para bípedes, expandimos consideravelmente nossos horizontes. Foi a partir daí que ficamos mais... carnívoros. Mesmo assim, este consumo era vinculado à caça, que nem sempre era possível, pois ainda nos faltava treino e estrutura.

Descobrimos como fazer o fogo, aprendemos a cozinhar nossas comidas. A carne passou a ser mais macia e saborosa.

O fim da pré-história foi marcado pelo inicio da vida em comunidade e aos poucos o fim da vida nômade. Passamos a nos organizar, com plantação de alimentos e domesticação de animais, como ovelha, boi, cabra e porco. A pedra polida, a fabricação de utensílios de cozinha - como potes de cerâmica - e novas técnicas de conservação de alimentos, nos ajudaram a avançar com maior rapidez e cada vez mais, a Era da Fome faz parte do nosso passado.

Pode-se dizer que desde então, passamos a conduzir-nos de forma duvidosa no quesito da alimentação, quando fartura e apetite eram sinais de riqueza e vitalidade.

Sopas, papas, caldos, cereais, caça, animais domesticados, pesca, ervas, raízes, frutos e pão. Estes eram os alimentos normalmente consumidos pela minoria abastada dos feudos e cleros. Para os servos da gleba, excluia-se o pão, os frutos, exceto os silvestres e quase toda a carne, sobrando a caça. Mesmo assim, a carne era rara na mesa dos importantes, que guardavam a matança do animal para ocasiões especiais com realizações de verdadeiras orgias gastronômicas, muitas vezes representados em pinturas da época. Estima-se que o consumo da carne não era superior a 2 kg por ano entre os mais afortunados das recentes sociedades.

Com a chegada da Idade Moderna, a globalização adentrava em nossa história pela Porta Principal. E com ela vieram as especiarias das Índias, os chás chineses, café e chocolate. A batata, originalmente do Perú, também veio para dar mais consistência às sopas. E o açúcar - ouro branco brasileiro, veio para começar a fazer sua história de vícios e distúrbios de saúde. O milho, base da alimentação dos astecas, maias e incas, veio para ficar entre os africanos e europeus. Mas a mandioca não teve tanto sucesso, sendo tratada como comida de animais. A massa, originalmente chinesa, caiu em cheio na mesa italiana, principalmente se juntar ao tomate – outra herança dos pré-sulamericanos. O perú, menu norte-americano, invade os mercados quando o natal se aproxima.

Como vê, teve que ser posta a ordem neste galinheiro. Devido à tantos acontecimentos, que puseram o povo em alvoroço e excitação pelo novo, os reis da França incluíram no cardápio, os talheres e comportamentos de acordo com os alimentos e os presentes na refeição.

A imprensa, que aqui também cumpriu (e cumpre) o seu papel, auxiliou o desenvolvimento e amadurecimento da culinária entre os europeus, com seus livros relacionados a gastronomia, serviço/etiqueta e alimentação/saúde.

A Idade Contemporânea liberou o açúcar para todos, o consumo de gorduras vegetais e animais aumentou. Mas não parou por aí. E antes tivesse! Reza a lenda que por falta de tempo, veio a necessidade de comer mais rapidamente, com as conservas, os enlatados, pré-cozidos e congelados. E os serviços passaram a ser abertos para novos métodos, como os fast-foods, self-service, delivery e drive-thru.

Já conheço gente que não se alimentaria se não fossem a coca-cola, whisky , pães de queijo e neste caso, siceramente as milagrosas pílulas vitamínicas.

Mas, vejo um fenômeno acontecendo ao meu redor, com feiras de produtos biológicos, mercados com várias opções de alimentos organicamente corretos, as medicinas preventivas e alternativas finalmente ganhando espaço entre os céticos da medicina tradicional, a mídia dando mais atenção às questões alimentares e mais investimentos em estudos científicos independentes. Seria o re-início do ciclo? Se for, ótimo, pois já sinto-me preparada com o fogo, o gás canalizado, exaustor, geladeira e microondas. Já criamos os animais para o consumo e já plantamos para nos alimentar. Só espero que o progresso vá para onde eu esteja indo.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Melhor prevenir do que remediar.




Melhor previnir do que remediar. É ou não é verdade? E eis aqui uma linha da medicina alternativa que poucos conhecem, que busca única e exclusivamente seguir à risca esse conceito.


Medicina alternativa vai muito além da acupuntura e homeopatia, que aliás, apresenta uma linha de raciocínio que pra mim, soa bastante lógica, sensata e segura. Veio dela, inclusive, o surgimento da medicina ORTOMOLECULAR.

Muito embora o Conselho Federal de Medicina ainda não considerar este estudo uma medicina ou especialidade, já aprovou uma Resolução Normativa (n º 1500/98)a qual reconhece a sua eficiência.

A dieta ortomolecular (por assim dizer), há muitos anos vem salvando saúdes de grandes emboscadas. Sua base de conduta é eliminar excessos de radicais livres, respeitando o organismo de cada indivíduo como um todo, considerando seus metabolismos, taxas hormonais, minerais e de vitaminas e estados psíquicos, uma vez que cada um desses fatores pode causar diferentes reações químicas no organismo, acarretando diferentes tipos de cuidados.

Após esta etapa de diagnóstico, passamos para a fase do tratamento, que nada mais é do que uma dieta a qual busca orientar o paciente, apresentando-lhe os ALIMENTOS FUNCIONAIS, suas quantidades, composições, balanceamento e ritmo.

O alimento funcional é aquele que apresenta componentes que foram identificados serem mais eficientes para o metabolismo do indivíduo. E/ou apresenta componentes pré-bióticos, que são componentes nutricionais não digeríveis de alguns alimentos, mas que atuam beneficamente no nosso organismo para uma determinada reação. É o caso dos lactobacilos vivos (lembra do Yakult!!). Estes agem no sistema digestivo, estimulando a atividade de um número de bactérias no cólon, incentivando a liberação do intestino (meeeesmo princípio ativo do Activia. Sim, ele funciona!).

Para quem se interessar em se dar este presente, que o Organicamente Correto sinceramente recomenda, procure observar a diferença na textura e luminosidade da pele, ânimo e humor, além do trânsito digestivo, claro.

Até já!
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Texto e imagem de: Patricia Varzakakos

quarta-feira, 31 de março de 2010

Essa é para a mulherada!!!


Costumava ser a minha avó a ficar chocada com as melhorias do mundo cotidiano. Mas dessa vez, fui eu!

Este mês, fui à um evento (Feel Woman) só para mulheres e veja a novidade da vez: um “copinho” para aqueles dias do mês. E pensar que há menos de 30 anos atrás, absorventes eram a última notícia e algumas marcas chegaram até a simbolizar a almejada liberdade feminina.
O nome é Lunette, design finlandês. Feito com 100% silicone, hipoalérgico e pode durar até 10 anos. E aparentemente a grande vantagem é não interferir com o processo natural de lubrificação e sangramento da zona.

O material foi aprovado pela FDA (Food and Drug Administration - EUA) e da TGA (Therapeutic Goods Administration - Autralia) e recebeu a certificação Finlandesa para produtos de primeira classe.

Desculpe se isso parece nojento ou inapropriado. Mas não é! É ecológico, uma vez que é reutilizável. Além de ser econômico, fácil de usar e confortável.

........dizem eles.

Para saber mais, consulte http://www.lunette.pt/